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'Cancioneiro' é uma coletânea póstuma que reúne poemas de Fernando Pessoa, escritos sem a atribuição a seus famosos heterônimos. Com uma linguagem introspectiva e lírica, o livro explora temas como a saudade, o destino, a solidão e a busca pelo sentido da existência. A riqueza da métrica e a profundidade filosófica tornam esta obra um marco da poesia portuguesa.
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Atenção: o resumo revela o final
O Cancioneiro reúne poemas que Fernando Pessoa assinou com o próprio nome, e não com os heterônimos. São poemas líricos, musicais, muitas vezes em quadras e redondilhas, que tratam da dor de pensar, da saudade, do sonho e da sensação de não pertencer a lugar nenhum.
Fazem parte dessa produção poemas como Autopsicografia (“O poeta é um fingidor”), Isto e Ela Canta, Pobre Ceifeira.
O Cancioneiro foi organizado depois da morte de Pessoa, em 1935, a partir dos poemas do chamado ortônimo. Mostra o lado mais intimista do autor, ao lado das obras de seus heterônimos Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos.