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Em 'O Banquete', Platão apresenta uma série de discursos filosóficos sobre o amor (Eros), pronunciados por figuras ilustres da Atenas clássica, como Sócrates, Aristófanes e Alcibíades. Durante um simpósio regado a vinho, cada convidado expõe sua visão sobre a natureza, o papel e o poder do amor na vida humana. A obra é um dos diálogos mais famosos de Platão, reunindo mitologia, retórica e filosofia em um texto envolvente e acessível. Ideal para quem busca reflexões profundas sobre os sentimentos, o desejo e o ideal de beleza.
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Atenção: o resumo revela o final
Para comemorar a vitória do poeta Agatão num concurso de tragédias, um grupo de amigos se reúne num banquete em Atenas e decide que cada um fará um discurso em louvor a Eros, o amor.
Falam Fedro, Pausânias, o médico Erixímaco, o comediógrafo Aristófanes, com o mito dos seres duplos cortados ao meio que procuram sua outra metade, e o próprio Agatão. Sócrates fala por último e relata o que aprendeu com a sacerdotisa Diotima: o amor é desejo do belo e sobe, como uma escada, da beleza de um corpo até a Beleza em si.
No fim chega Alcibíades, bêbado, que faz um elogio a Sócrates e conta como tentou seduzi-lo sem sucesso.
Sócrates
Apresenta a teoria do amor aprendida com Diotima.
Aristófanes
Conta o mito das almas gêmeas.
Agatão
Poeta anfitrião do banquete.
Alcibíades
Político ateniense que chega no fim e elogia Sócrates.
Escrito por Platão por volta de 380 a.C., é um dos diálogos mais lidos da filosofia. A ideia de um amor que vai do corpo à beleza das ideias deu origem à expressão “amor platônico”.
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