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H.P. Lovecraft
Uma das obras mais icônicas do terror cósmico, a história revela o mistério de uma entidade antiga e adormecida, cujos cultos e seguidores tramam para despertá-la. Narrada por meio de documentos fragmentados e relatos perturbadores, a trama transporta o leitor para um universo de horrores incompreensíveis, ruínas ancestrais e o profundo medo do desconhecido, explorando a insignificância humana diante do vasto e indiferente cosmos.
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Atenção: o resumo revela o final
O narrador, Francis Wayland Thurston, organiza os papéis do tio, o professor Angell, que morreu de forma misteriosa. Entre eles está um baixo-relevo de uma criatura monstruosa, feito por um artista que o viu em sonhos.
As pistas levam a um inquérito policial na Louisiana, onde o inspetor Legrasse invadiu um culto que adorava Cthulhu, entidade ancestral adormecida na cidade submersa de R’lyeh, e ao diário do marinheiro Johansen, que encontrou a cidade emersa no Pacífico e viu o monstro despertar. Thurston conclui que a humanidade sobrevive apenas enquanto Cthulhu dorme e teme ser o próximo a morrer por saber demais.
Francis Wayland Thurston
Narrador que junta as pistas.
Professor Angell
Tio do narrador, primeiro investigador do culto.
Inspetor Legrasse
Policial que invadiu o culto na Louisiana.
Gustaf Johansen
Marinheiro que viu Cthulhu despertar.
Publicado em 1928 na revista Weird Tales, é o conto que deu nome aos Mitos de Cthulhu de H.P. Lovecraft. Funda o horror cósmico: o medo não vem de fantasmas, mas da insignificância humana diante de forças antigas e indiferentes. Inspira até hoje filmes, séries e jogos.
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